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	<title>wwwelab - User contributions [en]</title>
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	<subtitle>User contributions</subtitle>
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		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=405</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
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		<updated>2012-09-29T17:54:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo Avançado */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Desenha o gráfico Tensão vs. Frequência. Faça um ajuste dos pontos a \( V = \frac{h}{e} \nu - \frac{W_0}{e} \)  e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Observe o carregamento da fotocélula para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Utilize-os para um novo fit e compare os resultados&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com as barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=404</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
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		<updated>2012-09-29T17:42:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Efeito Fotoeléctrico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Desenha o gráfico Tensão vs. Frequência. Faça um ajuste dos pontos a \( V = \frac{h}{e} \nu - \frac{W_0}{e} \)  e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=403</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=403"/>
		<updated>2012-09-29T17:41:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Desenha o gráfico Tensão vs. Frequência. Faça um ajuste dos pontos a \( V = \frac{h}{e} \nu - \frac{W_0}{e} \)  e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=402</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=402"/>
		<updated>2012-09-29T17:40:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocol */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Blue.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Blue]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Red]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Yellow]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Green]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Draw a graphic of Stop Potential vs Frequency. Fit it to \( V = \frac{h}{e} \nu - \frac{W_0}{e} \) and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Advanced Protocol=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=401</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=401"/>
		<updated>2012-09-29T17:39:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocol */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Blue.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Blue]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Red]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Yellow]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Green]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Draw a graphic of Stop Potential vs Frequency. Fit it to \( V = \frac{h}{e} \times \nu - \frac{W_0}{e} \) and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Advanced Protocol=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=400</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
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		<updated>2012-09-29T17:39:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocol */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Blue.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Blue]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Red]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Yellow]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Green]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Draw a graphic of Stop Potential vs Frequency. Fit it \( V = \frac{h \times \nu}{e} - \frac{W_0}{e} \) to  and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Advanced Protocol=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
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		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=399</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
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		<updated>2012-09-29T17:30:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Elementos Históricos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Blue.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Blue]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Red]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Yellow]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Green]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Make a graphic of Stop Potential vs Frequency and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Advanced Protocol=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
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	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=398</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
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		<updated>2012-09-29T17:29:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Princípios Teóricos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Blue.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Blue]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Red]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Yellow]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Green]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Make a graphic of Stop Potential vs Frequency and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Advanced Protocol=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=397</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=397"/>
		<updated>2012-09-29T17:29:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo Avançado */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Blue.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Blue]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Red]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Yellow]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Green]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
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| &lt;br /&gt;
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| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Make a graphic of Stop Potential vs Frequency and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Advanced Protocol=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=396</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=396"/>
		<updated>2012-09-29T17:25:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Experimental Apparatus */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Blue.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Blue]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Red]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Yellow]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Green]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Make a graphic of Stop Potential vs Frequency and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=395</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=395"/>
		<updated>2012-09-29T17:25:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Experimental Apparatus */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Blue.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Blue]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Red]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Yellow]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Green]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Make a graphic of Stop Potential vs Frequency and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=394</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=394"/>
		<updated>2012-09-29T17:24:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Example.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=File:Espectro_Verde.txt&amp;diff=393</id>
		<title>File:Espectro Verde.txt</title>
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		<updated>2012-09-29T17:20:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=File:Espectro_Vermelho.txt&amp;diff=392</id>
		<title>File:Espectro Vermelho.txt</title>
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		<updated>2012-09-29T17:18:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=391</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=391"/>
		<updated>2012-09-29T17:18:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
!Espectros dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Amarelo.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
||[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=File:Espectro_Azul.txt&amp;diff=390</id>
		<title>File:Espectro Azul.txt</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=File:Espectro_Azul.txt&amp;diff=390"/>
		<updated>2012-09-29T17:15:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=389</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=389"/>
		<updated>2012-09-29T17:15:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Amarelo.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Amarelo.ab.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=388</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=388"/>
		<updated>2012-09-29T17:13:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Amarelo.ab.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=387</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=387"/>
		<updated>2012-09-29T17:13:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Amarelo.ab.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=386</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=386"/>
		<updated>2012-09-29T17:13:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Amarelo.ab.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Verde.txt|Verde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=385</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=385"/>
		<updated>2012-09-29T17:12:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.txt|Azul]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Vermelho.txt|Vermelho]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Amarelo.ab.txt|Amarelo]]&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Verde.txt|Verde.ab]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=384</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
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		<updated>2012-09-29T17:11:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.ab.txt|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=383</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=383"/>
		<updated>2012-09-29T17:11:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.ab.txt|thumb|alt=azul.ab|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=382</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=382"/>
		<updated>2012-09-29T17:11:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.ab.txt|alt=azul.ab|Azul.ab]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=File:Espectro_Azul.ab.txt&amp;diff=381</id>
		<title>File:Espectro Azul.ab.txt</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=File:Espectro_Azul.ab.txt&amp;diff=381"/>
		<updated>2012-09-29T17:10:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=380</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=380"/>
		<updated>2012-09-29T17:09:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectros dos leds:&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_Azul.ab.txt|alt=azul.ab]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=379</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
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		<updated>2012-09-29T17:06:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=378</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=378"/>
		<updated>2012-09-29T17:05:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Intensidade (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=377</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=377"/>
		<updated>2012-09-29T17:05:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocol=&lt;br /&gt;
The number of photoelectrons emited will increase with the intensity of light. (corpuscular behavior of light)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Choose a led to light up on the photocell &lt;br /&gt;
#Measure the stopping potential. Take note the time necessary to reach the maximum potential.&lt;br /&gt;
#Repit step 2 for diferent intensities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color #1 __________(name)&lt;br /&gt;
!Intensity (%)&lt;br /&gt;
!Stop Potential (V)&lt;br /&gt;
!Time (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figure 2: Potential vs. Peaks Frequency of the spectrum ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photoelectron's kinetic energy depend only on the frequency of light. If the frequency of light increase the energy will increase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtain the stop potentials for different color leds.&lt;br /&gt;
#Make a graphic of Stop Potential vs Frequency and obtain Planck's constant.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemple of a table &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color (name)&lt;br /&gt;
!Frequency (Hz)&lt;br /&gt;
!Stop Potencial (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=376</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=376"/>
		<updated>2012-09-29T16:51:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Experimental Apparatus */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figure 1: Led's spectrum.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=375</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=375"/>
		<updated>2012-09-29T16:51:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimental Apparatus=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
The photoelectric cell is from the apparatus PASCO AP-9368. It works like a capacitor where an electric conductor emits photoelectrons.&lt;br /&gt;
The potential of the photocell will increase with the emission of photoelectrons. And the stop potential will depend on the wavelength of the incident light, photoelectric effect.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The photocell is connected to ground to discharge, after each use. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The leds have different spectrum and intensities so the time to reach the stop potencial may vary. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Table 1 – Led's spectrum peaks&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Color&lt;br /&gt;
!Frequency (THz)&lt;br /&gt;
!Wavelegth (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Blue&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Red&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yellow&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Green&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=374</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=374"/>
		<updated>2012-09-29T16:30:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Descrição da Experiência */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Description of the Experiment=&lt;br /&gt;
In this experiment is possible study the photoelectric effect and calculate Planck's constant. Using 5 colored leds and a photoelectric cell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=373</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=373"/>
		<updated>2012-09-29T16:26:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=372</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=372"/>
		<updated>2012-09-29T16:25:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Descrição da Experiência */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
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		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determination_of_Planck%27s_Constant&amp;diff=371</id>
		<title>Determination of Planck's Constant</title>
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		<updated>2012-09-29T16:24:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: Created page with &amp;quot;=Descrição da Experiência= O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes ...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
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		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=370</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=370"/>
		<updated>2012-09-26T21:59:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo Avançado */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
#Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds.&lt;br /&gt;
#Refaça o gráfico tensão vs frequência com barras de erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Utilizou-se um ADC 12bit no intervalo de 0V a 5V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=369</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=369"/>
		<updated>2012-09-26T21:56:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo Avançado */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds e rafaça o gráfico tensão vs frequência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=368</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=368"/>
		<updated>2012-09-26T21:56:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo Avançado */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Calcule a constante de tempo da montagem.&lt;br /&gt;
Encontre os valores esperados do comprimento de onda apartir dos espectros dos leds e rafaça o gráfico tensão vs frequência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=367</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=367"/>
		<updated>2012-09-26T21:49:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo Avançado */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=366</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=366"/>
		<updated>2012-09-26T21:49:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repita passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (nome)&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=365</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=365"/>
		<updated>2012-09-26T21:40:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo Avançado */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repeta passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=364</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=364"/>
		<updated>2012-09-26T21:39:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Segundo o efeito fotoeléctrico, o numero de fotoelectrões emitidos por unidade de tempo duplica quando a intesidade da luz duplica. (comportamento corpuscular da luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Escolher a cor a incidir sobre a fotocélula.&lt;br /&gt;
#Tome nota da tensão de paragem e determine o tempo necessário para atingir a tensão máxima.&lt;br /&gt;
#Repeta passo 2 para diferentes intensidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Constante de Planck|Figura 2: Tensão vs. Pico de frequência da luz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A energia cinética dos fotoelectrões depende apenas da frequência da luz. Quanto maior for a frequência da luz, maior é a energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Obtenha as tensões de paragem para diferentes cores.&lt;br /&gt;
#Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
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| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #2 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=363</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=363"/>
		<updated>2012-09-26T21:00:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos do espectro dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Para observar o comportamento corpuscular das ondas electromagnéticas propõem-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Observar o tempo necessário para atingir a tensão terminal para diferentes intensidades.	&lt;br /&gt;
#Medir a tensão terminal para diferentes comprimentos de onda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Gráfico da característica obtida pelo fototransistor onde é possível identificar os ângulos para os quais ocorrem as riscas da lâmpada de mercúrio.|Figura 2: Gráfico da característica obtida pelo fototransistor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #2 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=362</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
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		<updated>2012-09-26T20:59:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos dos comprimentos de onda dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (THz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|638.7&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|684.6&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|482.2&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|514.4&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|530.8&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Para observar o comportamento corpuscular das ondas electromagnéticas propõem-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Observar o tempo necessário para atingir a tensão terminal para diferentes intensidades.	&lt;br /&gt;
#Medir a tensão terminal para diferentes comprimentos de onda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Gráfico da característica obtida pelo fototransistor onde é possível identificar os ângulos para os quais ocorrem as riscas da lâmpada de mercúrio.|Figura 2: Gráfico da característica obtida pelo fototransistor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
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|80&lt;br /&gt;
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|60&lt;br /&gt;
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| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #2 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=361</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=361"/>
		<updated>2012-09-26T20:38:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Aparato Experimental */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos dos comprimentos de onda dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|6.387x1014&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|6.846x1014&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|4.822x1014&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|5.144x1014&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|5.308x1014&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Para observar o comportamento corpuscular das ondas electromagnéticas propõem-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Observar o tempo necessário para atingir a tensão terminal para diferentes intensidades.	&lt;br /&gt;
#Medir a tensão terminal para diferentes comprimentos de onda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Gráfico da característica obtida pelo fototransistor onde é possível identificar os ângulos para os quais ocorrem as riscas da lâmpada de mercúrio.|Figura 2: Gráfico da característica obtida pelo fototransistor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #2 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=360</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=360"/>
		<updated>2012-09-26T20:38:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Para observar o comportamento corpuscular das ondas electromagnéticas propõem-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Observar o tempo necessário para atingir a tensão terminal para diferentes intensidades.	&lt;br /&gt;
#Medir a tensão terminal para diferentes comprimentos de onda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Gráfico da característica obtida pelo fototransistor onde é possível identificar os ângulos para os quais ocorrem as riscas da lâmpada de mercúrio.|Figura 2: Gráfico da característica obtida pelo fototransistor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
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!Cor #2 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
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|60&lt;br /&gt;
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|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=File:Constante_de_Planck.png&amp;diff=359</id>
		<title>File:Constante de Planck.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=File:Constante_de_Planck.png&amp;diff=359"/>
		<updated>2012-09-26T20:30:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=358</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=358"/>
		<updated>2012-09-26T20:29:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Para observar o comportamento corpuscular das ondas electromagnéticas propõem-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Observar o tempo necessário para atingir a tensão terminal para diferentes intensidades.	&lt;br /&gt;
#Medir a tensão terminal para diferentes comprimentos de onda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Constante de Planck.png|thumb|alt=Gráfico da característica obtida pelo fototransistor onde é possível identificar os ângulos para os quais ocorrem as riscas da lâmpada de mercúrio.|Figura 2: Gráfico da característica obtida pelo fototransistor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos dos comprimentos de onda dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda&amp;lt;br \&amp;gt; aproximado (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|6.387x10^14&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|6.846x1014&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|4.822x1014&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|5.144x1014&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|5.308x1014&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Determinação da constante de Planck==&lt;br /&gt;
Efectuando a experiência no modo NORMAL poderá obter a característica temporal da carga de um condensador obtido pela corrente gerada na fotocélula. Quanto menor este tempo for maior será a corrente, significando que maior é a intensidade luminosa (como se demonstra no protocolo avançado).&lt;br /&gt;
# Pode observar cinco cores (riscas discretas principais correspondentes a transições entre níveis de energia discretos do átomo de Hg). Ajuste e seleccione o ângulo que pretender em função da cor.&lt;br /&gt;
# Para cada cor meça o potencial de paragem respectivo. Utilize os filtros amarelo e verde para as cores respectivas do espectro. Preencha uma tabela e use ângulos ligeiramente diferentes para estimar os erros da experiência.&lt;br /&gt;
# Faça o gráfico do potencial de paragem versus frequência.&lt;br /&gt;
Utilize um programa como por exemplo o EXCEL (opção “add trend line”/”adicionar linha de ajuste”) ou o ORIGIN para realizar o gráfico e para ajustar os dados por mínimos quadrados de modo a obter a constante de Planck e a “workfunction” (abcissa na origem). Não se esqueça de adicionar a coluna com o erro experimental e representá-lo no gráfico.&lt;br /&gt;
Discuta os principais factores de erro que afectam a sua medida de ''h''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela cientifica para registar os dados &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (1ª ordem)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
!Frequência (x1014 Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial de paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Violeta&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Violeta 2&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #2 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=357</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=357"/>
		<updated>2012-09-26T19:56:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Para observar o comportamento corpuscular das ondas electromagnéticas propõem-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Observar o tempo necessário para atingir a tensão terminal para diferentes intensidades.	&lt;br /&gt;
#Medir a tensão terminal para diferentes comprimentos de onda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-graph.png|thumb|alt=Gráfico da característica obtida pelo fototransistor onde é possível identificar os ângulos para os quais ocorrem as riscas da lâmpada de mercúrio.|Figura 1: Gráfico da característica obtida pelo fototransistor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos dos comprimentos de onda dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda&amp;lt;br \&amp;gt; aproximado (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|6.387x10^14&lt;br /&gt;
|469.70&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|6.846x1014&lt;br /&gt;
|438.20&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vermelho&lt;br /&gt;
|4.822x1014&lt;br /&gt;
|622.21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|5.144x1014&lt;br /&gt;
|583.16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|5.308x1014&lt;br /&gt;
|565.22&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notas:&lt;br /&gt;
# A experiência desliga automaticamente a lâmpada de mercúrio ao fim de 30 min. Nessa situação é necessário esperar cerca de 15 minutos para estabilizar a potência da lâmpada após ser dado início à primeira experiência.&lt;br /&gt;
# A utilização do filtro de cor apropriado é importante para evitar a sobreposição de duas cores sobre a fotocélula que podem ocorrer por difusão da luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Determinação da constante de Planck==&lt;br /&gt;
Efectuando a experiência no modo NORMAL poderá obter a característica temporal da carga de um condensador obtido pela corrente gerada na fotocélula. Quanto menor este tempo for maior será a corrente, significando que maior é a intensidade luminosa (como se demonstra no protocolo avançado).&lt;br /&gt;
# Pode observar cinco cores (riscas discretas principais correspondentes a transições entre níveis de energia discretos do átomo de Hg). Ajuste e seleccione o ângulo que pretender em função da cor.&lt;br /&gt;
# Para cada cor meça o potencial de paragem respectivo. Utilize os filtros amarelo e verde para as cores respectivas do espectro. Preencha uma tabela e use ângulos ligeiramente diferentes para estimar os erros da experiência.&lt;br /&gt;
# Faça o gráfico do potencial de paragem versus frequência.&lt;br /&gt;
Utilize um programa como por exemplo o EXCEL (opção “add trend line”/”adicionar linha de ajuste”) ou o ORIGIN para realizar o gráfico e para ajustar os dados por mínimos quadrados de modo a obter a constante de Planck e a “workfunction” (abcissa na origem). Não se esqueça de adicionar a coluna com o erro experimental e representá-lo no gráfico.&lt;br /&gt;
Discuta os principais factores de erro que afectam a sua medida de ''h''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela cientifica para registar os dados &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (1ª ordem)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
!Frequência (x1014 Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial de paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Violeta&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Violeta 2&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #2 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=356</id>
		<title>Determinação da Constante de Planck</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.elab.tecnico.ulisboa.pt/wiki/index.php?title=Determina%C3%A7%C3%A3o_da_Constante_de_Planck&amp;diff=356"/>
		<updated>2012-09-26T19:53:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ist158596: /* Protocolo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Descrição da Experiência=&lt;br /&gt;
O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico e a determinação da constante de Planck, usando 5 leds de cores diferentes e intensidade regulável a incidir sobre uma célula fotoeléctrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato Experimental=&lt;br /&gt;
[[File:Espectro_dos_leds.png|thumb|alt=Espectro dos Leds|Figura 1: Espectro dos leds.]]&lt;br /&gt;
A célula fotoeléctrica pertence ao aparato da PASCO AP-9368, é do tipo condensador onde uma das placas emite os foto-electrões. À medida que os fotoelectrões são emitidos a diferença de potencial aos terminais da fotocélula aumenta. Para cada comprimento de onda detectado produz um potencial segundo o efeito fotoeléctrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terminais da fotocélula são ligados á terra após feitas as medidas por forma a descarregar o circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leds têm espectros e intensidades diferentes por isso o tempo necessário para atingir o tensão terminal depende do led utilizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo=&lt;br /&gt;
Para observar o comportamento corpuscular das ondas electromagnéticas propõem-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Observar o tempo necessário para atingir a tensão terminal para diferentes intensidades.	&lt;br /&gt;
#Medir a tensão terminal para diferentes comprimentos de onda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer um ajuste linear ao gráfico Tensão vs. Frequência e obtenha a constante de Planck.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-graph.png|thumb|alt=Gráfico da característica obtida pelo fototransistor onde é possível identificar os ângulos para os quais ocorrem as riscas da lâmpada de mercúrio.|Figura 1: Gráfico da característica obtida pelo fototransistor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Tabela 1 – Picos dos comprimentos de onda dos leds&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor&lt;br /&gt;
!Frequência (Hz)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda&amp;lt;br \&amp;gt; aproximado (nm)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul.ab&lt;br /&gt;
|6.387x \overline{10^14}&lt;br /&gt;
|365&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Violeta&lt;br /&gt;
|7.41x1014&lt;br /&gt;
|405&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
|6.88x1014&lt;br /&gt;
|436&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
|5.49x1014&lt;br /&gt;
|546&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
|5.19x1014&lt;br /&gt;
|578&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notas:&lt;br /&gt;
# A experiência desliga automaticamente a lâmpada de mercúrio ao fim de 30 min. Nessa situação é necessário esperar cerca de 15 minutos para estabilizar a potência da lâmpada após ser dado início à primeira experiência.&lt;br /&gt;
# A utilização do filtro de cor apropriado é importante para evitar a sobreposição de duas cores sobre a fotocélula que podem ocorrer por difusão da luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Determinação da constante de Planck==&lt;br /&gt;
Efectuando a experiência no modo NORMAL poderá obter a característica temporal da carga de um condensador obtido pela corrente gerada na fotocélula. Quanto menor este tempo for maior será a corrente, significando que maior é a intensidade luminosa (como se demonstra no protocolo avançado).&lt;br /&gt;
# Pode observar cinco cores (riscas discretas principais correspondentes a transições entre níveis de energia discretos do átomo de Hg). Ajuste e seleccione o ângulo que pretender em função da cor.&lt;br /&gt;
# Para cada cor meça o potencial de paragem respectivo. Utilize os filtros amarelo e verde para as cores respectivas do espectro. Preencha uma tabela e use ângulos ligeiramente diferentes para estimar os erros da experiência.&lt;br /&gt;
# Faça o gráfico do potencial de paragem versus frequência.&lt;br /&gt;
Utilize um programa como por exemplo o EXCEL (opção “add trend line”/”adicionar linha de ajuste”) ou o ORIGIN para realizar o gráfico e para ajustar os dados por mínimos quadrados de modo a obter a constante de Planck e a “workfunction” (abcissa na origem). Não se esqueça de adicionar a coluna com o erro experimental e representá-lo no gráfico.&lt;br /&gt;
Discuta os principais factores de erro que afectam a sua medida de ''h''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela cientifica para registar os dados &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor (1ª ordem)&lt;br /&gt;
!Comprimento de onda (nm)&lt;br /&gt;
!Frequência (x1014 Hz)&lt;br /&gt;
!Potencial de paragem (V)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Amarelo&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Verde&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azul&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Violeta&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Violeta 2&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Protocolo Avançado= &lt;br /&gt;
==O modelo clássico da radiação e o modelo corpuscular==&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria corpuscular da luz (“a luz são fotões”) a energia máxima dos foto-electrões no efeito foto-eléctrico depende apenas da frequência da luz incidente e é independente da sua intensidade e dependente do comprimento de onda.&lt;br /&gt;
No modelo clássico (“a luz são ondas”) a energia cinética dos foto-electrões depende da intensidade da luz incidente. Quanto maior a intensidade, ou seja a amplitude da onda, maior a sua energia.&lt;br /&gt;
Vamos verificar qual das hipóteses é mais correcta:&lt;br /&gt;
# Escolha uma das cores sobre a célula foto-eléctrica (no caso do amarelo ou verde utilize os filtros respectivos).&lt;br /&gt;
# Coloque o filtro neutro de intensidade variável em frente do reflector de modo que a luz passe pela zona dos 100% de transmissão. Tome nota da tensão de paragem. Determine o tempo necessário para voltar a obter a tensão máxima, ignorando o transitório do início da experiência.&lt;br /&gt;
# Repita os passos anteriores, mas para as outras posições do filtro neutro correspondentes a uma intensidade diferente, para a mesma frequência de luz incidente.&lt;br /&gt;
# Repita estes passos para uma nova cor do espectro.&lt;br /&gt;
# Compare o efeito de variar a intensidade da luz incidente para uma mesma frequência, no potencial de paragem, com o efeito de variar o comprimento de onda para uma mesma intensidade. Esta experiência comprova o modelo clássico(ondulatório) ou corpuscular para a luz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ Exemplo de uma tabela &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #1 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!Cor #2 __________(nome)&lt;br /&gt;
!Transmissão (%)&lt;br /&gt;
!Potencial paragem (V)&lt;br /&gt;
!Tempo de carga (s)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|100&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|80&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|60&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|40&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|20&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Princípios Teóricos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
O efeito foto-eléctrico consiste na emissão de electrões da superfície de  um metal quando este é iluminado por luz de uma dada frequência (\( \nu \)). Um fotão de energia \( E = h \nu \) ao incidir no metal transfere a sua energia a um electrão pertencente a um dos átomos na rede cristalina do metal. A emissão de electrões do metal é muito dependente da frequência da luz incidente. Para cada metal, existe uma frequência critica, \( \nu _0 \), tal que para luz incidente com frequência inferior não há foto-electrões arrancados. Por outro lado, para frequências superiores, a energia dos foto-electrões emitidos aumenta linearmente com a energia dos fotões incidentes. A intensidade da luz incidente afecta somente o número de foto-electrões emitidos, mas não a sua energia, contrariamente ao que seria de esperar na teoria clássica da radiação.&lt;br /&gt;
Einstein propôs a seguinte explicação para o fenómeno: a luz é transportada por fotões com uma dada energia E associada à frequência da luz \( \nu \):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu &lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''h'' é a constante de Planck. O efeito foto-eléctrico deve-se a uma colisão do fotão com o electrão, em que aquele transmite a este toda a sua energia. Tendo em conta que a energia de um electrão no vazio e dentro do metal é diferente (mais elevada no vazio), só se verifica efeito foto-eléctrico se a energia transmitida pelo fotão for superior à diferença entre estas  duas energias (ver Fig. 1). Assim, a energia com que o electrão abandona o metal é igual à energia do fotão menos a energia &amp;quot;gasta&amp;quot; para o electrão abandonar o metal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
E = h \times \nu - e \times \phi,&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que ''e'' é a carga do electrão e \( \phi \) é a diferença de ''workfunction''.&lt;br /&gt;
Tal como foi anteriormente enunciado, à medida que a frequência da luz incidente decresce, os fotões têm menos energia, e a partir de uma frequência critica \( \nu _0 \) não são emitidos mais foto-electrões. Neste caso, \( E _{max} = 0 \) e da Eq. l tiramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\[&lt;br /&gt;
h \nu _0 = e \phi \quad ou \quad \nu _0 = \frac{e}{h} \phi&lt;br /&gt;
\]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-teo1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Efeito Fotoeléctrico==&lt;br /&gt;
Uma célula foto-eléctrica é um dispositivo onde a luz incidente sobre uma superfície metálica (cátodo) excita electrões que vão ser colectados numa superfície metálica concêntrica (ânodo), tal como exemplificado na figura, e que na prática é um condensador semi-cilíndrico de capacidade muito baixa. Ligando o ânodo e o cátodo por um circuito externo, podemos medir a corrente produzida pelos foto-electrões. No caso mais genérico, a energia cinética máxima dos foto-electrões emitidos é determinada aplicando um potencial de paragem, Vc entre o ânodo e o cátodo de modo a impedir que os foto-electrões emitidos pelo cátodo atinjam o ânodo. Deste modo, deixa de fluir corrente no circuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Plank-celula1.png|thumb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula inicialmente tem aplicada a tensão da fonte, aproximadamente 9V uma vez que o condensador é descarregado no início da experiência (é efectuado um curto-circuito aos seus terminais). Como a célula está em série com o condensador, este vai carregando à medida que são gerados foto-electrões, criando uma corrente eléctrica no circuito que atravessa a célula. À medida que o condensador carrega, aumenta a diferença de potencial aos seus terminais, o que obriga a diminuir a tensão aos terminais da célula (note que \( V_{bat} = V_{Cond} + V_{célula} = constante \)). Quando a diferença de potencial nas placas da célula for igual a \( V_c = \frac{h \times \nu - e \times \phi}{e} \), deixa de fluir corrente no circuito e o condensador passa a ter uma tensão constante aos seus terminais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo dois ou mais valores dessa tensão para determinadas frequências [1] pode-se efectuar uma regressão linear e determinar não só \( \phi \) mas também a constante de Planck. No gráfico seguinte esquematizamos a dependência da tensão de paragem V em função da frequência da luz incidente para um dado metal. A função em causa corresponde a uma recta de declive \( \frac{h}{e} \) e coeficiente na origem \( \phi \).&lt;br /&gt;
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[[File:Plank-celula2.png|thumb]]&lt;br /&gt;
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=Elementos Históricos=&lt;br /&gt;
Em 1921 foi atribuído a Albert Einstein o Prémio Nobel da Física pelas suas descobertas no efeito fotoeléctrico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ist158596</name></author>
		
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